Friday | May 23, 2008

Fernando pessoa

Morto, hei-de estar ao teu lado
Sem o sentir nem saber…
Mesmo assim, isso me basta
P`ra ver um bem em morrer.

Eu escolhi este poema porque gosto muito do autor.
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Thursday | April 17, 2008

Poema de Amizade

Força da nossa amizade vence todas as diferenças...
Aliás... para que diferenças se somos amigos?
Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos
Se temos defeitos... não nos importamos...
Trocamos segredos...
e respeitamos as divergências...
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...
Nos amparamos...nos defendemos...
sem pedir...
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...
Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos.
Nos mostramos amigos de verdade,
quando dizemos o que temos a dizer...
Nos aceitamos, sem querer mudanças...
Estamos sempre presente,
não só nos momentos de alegria,
compartilhando prazeres,
mas principalmente nos momentos mais difíceis...

                                                                                                           

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Dia Mundial Do Livro

Um livro deve-se ler como se o leitor fize- se parte da peça.

Posted by dani at 13:26:40 | Permanent Link | Comments (0) |

Friday | April 11, 2008

Historia de Almada Negreiros

Era filho de António Lobo de Almada Negreiros, um tenente de cavalaria que foi administrador do Concelho de São Tomé, jornalista e fundador de diversos jornais. Uma parte da sua infância foi passada em São Tomé e Príncipe, terra natal da sua mãe, Elvira Sobral.

Depois da morte da sua mãe, em 1896, veio viver para Portugal; nesta altura, em 1900, o seu pai é nomeado encarregado do Pavilhão das Colónias na Exposição Universal de Paris, deixando os filhos José e António, ao cuidado dos jesuítas no Colégio de Campolide.

Em 1911, após a extinção do Colégio de Campolide dos Jesuítas, José entra para a Escola Internacional de Lisboa, após uma breve passagem pelo Liceu de Coimbra. Nesta escola, consegue um espaço, onde irá desenvolver o seu trabalho, publicando ainda nesse ano, o seu primeiro desenho na revista A Sátira e publica o jornal manuscrito A Paródia, onde é o único redactor e ilustrador.

Em 1913 apresenta na Escola Internacional de Lisboa, a sua primeira exposição individual composta de 90 desenhos; aqui trava conhecimento com Fernando Pessoa, com quem edita a Revista Orpheu juntamente com Mário de Sá Carneiro.

Júlio Dantas, médico, poeta, jornalista e dramaturgo, é a maior figura da intelectualidade da época e afirma que a revista é feita por gente sem juízo. Irónico, mordaz, provocador mesmo, Almada responde com o Manifesto Anti-Dantas, onde escreve: “…uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi. É um colo d’indigentes, d’indignos e de cegos, e só pode parir abaixo de zero! Abaixo a geração! Morra o Dantas, morra! Pim!”

O manifesto teve algum impacto no meio artístico; é tempo de mudar as mentalidades e a sociedade e Almada fá-lo como poucos, atacando a cultura burguesa instituída e os seus representantes ao mais alto nível.

Escreve a novela A Engomadeira, em 1917

Em 1919 vai viver para Paris, onde exerce diversas actividades e escreve a Historia de Portugal par coeur. Em Paris, fica apenas cerca de um ano e quando regressa, vai colaborar com António Ferro, tendo inclusivamente desenhado a capa do livro deste, Arte de Bem Morrer.

Em 1927 volta a deixar Portugal, indo desta vez para Espanha, onde para além de colaborar com diversas revistas, Almada escreve El Uno, Tragédia de la Unidad, obra dedicada à pintora Sarah Afonso, com quem viria a casar em 1934, já após o seu regresso a Portugal.

Em Portugal já vigora o Estado Novo e Almada, nacionalista convicto, começa a ser solicitado para colaborar com as grandes obras do estado. O Secretariado da Propaganda Nacional – SPN, encomenda-lhe o cartaz de apelo ao voto na nova constituição; o mesmo secretariado, irá organizar mais tarde a exposição Almada – Trinta Anos de Desenho, convidando-o para se apresentar na exposição Artistas Portugueses no Rio de Janeiro em 1942.

O SPN viria ainda a atribuir a Almada Negreiros o Prémio Columbano pela sua tela intitulada Mulher.

A partir daqui, Almada dedica-se principalmente ao desenho e à pintura: Pinta os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, que o público, agarrado às tradições, não aprecia; pinta o conhecido retrato de Fernando Pessoa, os painéis das gares marítimas de Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos, pelas quais recebe o Prémio Domingos Sequeira; pinta o Edifício da Águas Livres e frescos na Escola Patrício Prazeres; pinta as fachadas dos edifícios da Cidade Universitária e faz tapeçarias para o Tribunal de Contas e para o Palácio da Justiça de Aveiro, entre muitos outros.

Tendo colaborado tanto com o Estado Novo, o que a muita gente causou estranheza, Almada, não deixaria de escrever: “As construções do Estado multiplicam-se, porém, as paredes estão nuas como os seus muros, como um livro aberto sem nenhuma história para o povo ver e fixar”.

Em 1954 Almada pinta o célebre retrato de Fernando Pessoa.

Os seus últimos trabalhos, já com 75 anos, são o Painel Começar na Fundação Calouste Gulbenkian e os frescos da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra.

Almada Negreiros, morre em 14 de Junho de 1970, de falha cardíaca, no mesmo quarto do Hospital de São Luís dos Franceses, onde também tinha morrido Fernando Pessoa

Obras

  • 1915 - A Cena do Ódio (poesia)

- A Engomadeira (novela)

- O Sonho da Rosa (bailado, realização)

- Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso

  • 1916

- Exposição Amadeo de Souza Cardoso - Liga Naval de Lisboa"

  • 1917

- Ultimatum às Gerações Futuristas Portuguesas do Século XX (conferência, publicada na Portugal Futurista)

- K4, O Quadrado Azul (novela)

  • 1918

- O Jardim da Pierrette (bailado)

  • 1919

- Histoire du Portugal par Coeur

  • 1921

- A Invenção do Corpo (conferência)

- A Invenção do Dia Claro

  • 1924

- Pierrot e Arlequim (teatro)

  • 1925

- Nome de Guerra (romance), só editado em 1938

  • 1926

- A Questão dos Painéis (ensaio)

Posted by dani at 23:02:30 | Permanent Link | Comments (0) |

Tuesday | April 08, 2008

Glossário de Teatro

Cenário Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa. Comédia Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador. Peça Texto que serve de base à representação. Teatro Lugar onde se representa peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento. Acção Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro. Acto Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro. Actor Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro. Cena Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra. Cenógrafo Responsável pela criação/execução dos cenários. Didascália Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre. Guarda-roupa Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças. Papel Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar. Contra-regra Aquele que marca a entrada dos actores em cena. Deixa Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala. Aparte Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens. Bastidores Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada onde se guardam os adereços e outros materiais. Contracenar Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo. Palco Parte do teatro onde os actores representam. Ponto Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das falas. Público Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro. Autor/Dramaturgo Autor de peças. Caracterizador(a) Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face. Director(a) Responsável máximo por uma companhia de teatro. Encenador (encenação) Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original. Figurinista Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteados e outros complementos). Fotógrafo (fotografia) Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo. Luminotécnico O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena. Produtor (produção) Cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística. Sonoplasta (sonoplastia) Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.

Posted by dani at 17:46:47 | Permanent Link | Comments (0) |

Friday | March 07, 2008

Os lugares do tempo

Ficou-me esta imagem silente:o espectro
mineral da pedra
erguendo-se perpendicularmente ao correr
das águas,
aí onde jazem as areias depositadas pelo tempo
que me viu crescer.



O pelourinho lá está, centrado na terra argilosa
onde inscrevi os vagabundos passos
da infancia.
E,sobre a cabeça, o voo ágil e esquivo
duma andorinha sobrevoando o mago tempo
das nostalgias

Posted by dani at 12:35:28 | Permanent Link | Comments (1) |

Thursday | February 21, 2008

O bando dos quatro e o acampamento fantasma

Eu acabei de ler este livro e gostei porque fala de um acampamento nas férias da páscoa.
Como e costume contam-se estoriaa de terror.Certa noite oviu-se uns barulhos esquesitos logo se pensou que havia fantasmas.Ouviu-se um cão a uivar e todos estavão em panico.E uma aventura muito fixe. 
Posted by dani at 13:25:06 | Permanent Link | Comments (0) |

Friday | February 01, 2008

Acordei uns dias depois….

Eu Igor depois de um dia de trabalho acordei numa ilha deserta onde tudo era calmo.
Ouvia se os pássaros a cantar, o som das ondas e a brisa do mar.
E ainda meio ater doado comecei a procura de alguém ou uma civilização mas a única coisa que encontrei foi animais e um pequeno rapaz. Perguntei lhe se me podia dizer onde estava mas ele não me respondeu. Como não falava eu continuei a procurar mas ele seguiu me para todo o lado.
Depois percebi que ele não sabia falar e como não podia sair dali ensinei-o a falar.
Passados alguns meses começamos a fazer um barco, mas cada vez que saia para o mar tinha que voltar para aperfeiçoar, ate que um dia estava pronto.
Perguntei lhe:
- Queres vir para a minha terra?
-Não.
- Porquê eu tenho casa para tu morares.
-Eu estou em casa.
-ok então adeus
Então fiz me ao mar e uma tempestade aproximou se e atirou me para terra.
Fui então de novo ter com o rapaz e ele perguntou:
-Voltaste para ficar?
-Não consegui continuar.
-Porque?  
-Porque uma tempestade trouxe me de volta.
-E vai continuar a tentar?
-Vou mas desta vez por terra.
Foi então que nos começamos a procurar e passados alguns dias encontramos uma civilização onde existia um herodromo, logo tentei arranjar uma avioneta para sair dali.
Ele ficou a espera e quando voltei disse lhe que tinha conseguido.
E então saíamos dali a voar.
O problema e que toda a historia não passou de um sonho.
Posted by dani at 12:00:50 | Permanent Link | Comments (0) |

Thursday | January 10, 2008

O Bando dos Quatro

pagina:1/23/23/40/40/50
Posted by dani at 20:43:17 | Permanent Link | Comments (0) |

Friday | December 07, 2007

Oracões suburdinadas causais

Designação
Conjuncionais
Locuções conjuncionais
Causais (indicam a causa)
Porque, pois, como, por quando
Visto que, pois que, já que, por isso, mesmo que  
Posted by dani at 12:37:52 | Permanent Link | Comments (0) |