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	<title>Igor</title>
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	<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 19:54:45 +0000</pubDate>
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		<title>Carta Reclamação</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Mar 2009 19:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<em><strong><span style="font-family: Comic Sans MS;"><span style='font-size: 15px; font-family: "Comic Sans MS"'>Igor Daniel Miranda Ferreira<br />
Rua da Estrada Nacional-Feitos Barcelos Nº642<br />
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Ex. Senhores<br />
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<br />
Venho por este meio informar que efetuei uma compra de um computador no vosso estabelecimento no valor de 1800, e o material nao vinha nas melhores condições, nem devidamente completo.<br />
Informovos que o computador nao trazia carregador nem a respectiva bateria.<br />
Como resolução a este problema peço-vos a troca do produto ou a devolução da quantia entregue.Peço tambem que resolvam o problema, o mais rapidamente possivel caso contrário denunciarei o ocorrido a Deco.<br />
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&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Igor Daniel Miranda Ferreira<br />
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			<content:encoded><![CDATA[<div><em><strong><span style="font-family: Comic Sans MS;"><span style='font-size: 15px; font-family: "Comic Sans MS"'>Igor Daniel Miranda Ferreira<br />
Rua da Estrada Nacional-Feitos Barcelos Nº642</p>
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Ex. Senhores</p>
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Venho por este meio informar que efetuei uma compra de um computador no vosso estabelecimento no valor de 1800, e o material nao vinha nas melhores condições, nem devidamente completo.<br />
Informovos que o computador nao trazia carregador nem a respectiva bateria.<br />
Como resolução a este problema peço-vos a troca do produto ou a devolução da quantia entregue.Peço tambem que resolvam o problema, o mais rapidamente possivel caso contrário denunciarei o ocorrido a Deco.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Luíz Vaz de Camões</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/10/30/luiz-vaz-de-camoes/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/10/30/luiz-vaz-de-camoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 11:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 18pt;">Poeta português (Lisboa ou Coimbra, c. 1524 – Lisboa, 1580), um dos vultos maiores da literatura da Renascença. Sua obra se coloca entre as mais importantes da literatura ocidental. Luís de Camões é considerado o poeta português mais completo de sua época, ou até mesmo de toda a literatura de língua portuguesa. É assim considerado não somente por ter feito uso de quase todos os gêneros poéticos tradicionais, mas também pela amplitude dos temas de que tratou e pelo excepcional domínio da língua. Camões manipulou todos os recursos da língua portuguesa, ampliando enormemente seu campo de expressão. Na obra de Camões, a língua portuguesa passou a expressar sentimentos, sensações, fatos e idéias de uma forma que até então não fora alcançada por ninguém. Sua posição de destaque entre os poetas portugueses de seu tempo é devida também ao fato de em sua obra estarem presentes tanto o humanismo como a expansão ultramarina, isto é, os dois elementos que caracterizaram o Renascimento português. Tornou-se célebre não somente por ter escrito Os Lusíadas, longo poema épico que reflete toda a história e cultura de Portugal até a data em que o poema foi composto, mas também por sua obra lírica, constituída por vários tipos de poemas, entre os quais os mais famosos são certamente os sonetos.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: white;">&#160;</span></p>

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<p class="MsoNormal"><strong><span style="font-size: 18pt;">Poeta português (Lisboa ou Coimbra, c. 1524 – Lisboa, 1580), um dos vultos maiores da literatura da Renascença. Sua obra se coloca entre as mais importantes da literatura ocidental. Luís de Camões é considerado o poeta português mais completo de sua época, ou até mesmo de toda a literatura de língua portuguesa. É assim considerado não somente por ter feito uso de quase todos os gêneros poéticos tradicionais, mas também pela amplitude dos temas de que tratou e pelo excepcional domínio da língua. Camões manipulou todos os recursos da língua portuguesa, ampliando enormemente seu campo de expressão. Na obra de Camões, a língua portuguesa passou a expressar sentimentos, sensações, fatos e idéias de uma forma que até então não fora alcançada por ninguém. Sua posição de destaque entre os poetas portugueses de seu tempo é devida também ao fato de em sua obra estarem presentes tanto o humanismo como a expansão ultramarina, isto é, os dois elementos que caracterizaram o Renascimento português. Tornou-se célebre não somente por ter escrito Os Lusíadas, longo poema épico que reflete toda a história e cultura de Portugal até a data em que o poema foi composto, mas também por sua obra lírica, constituída por vários tipos de poemas, entre os quais os mais famosos são certamente os sonetos.</span></strong></p>
<p class="MsoNormal"><span style="color: white;">&#160;</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Fernando pessoa</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/05/23/fernando-pessoa/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/05/23/fernando-pessoa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 May 2008 11:47:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Morto, hei-de estar ao teu lado<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Sem o sentir nem saber…<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Mesmo assim, isso me basta<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">P`ra ver um bem em morrer.<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'"><br />
Eu escolhi este poema porque gosto muito do autor.</span>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Morto, hei-de estar ao teu lado<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Sem o sentir nem saber…<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Mesmo assim, isso me basta<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">P`ra ver um bem em morrer.<br /></span><span style="font-size: 20pt; font-family: 'Monotype Corsiva'"><br />
Eu escolhi este poema porque gosto muito do autor.</span>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Poema de Amizade</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/17/poema-de-amizade/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/17/poema-de-amizade/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 20:59:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<h2><font size="4"><i><b><u><font face="comic sans ms,sand">Força da nossa amizade vence todas as diferenças...<br />
Aliás... para que diferenças se somos amigos?<br />
Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos<br />
Se temos defeitos... não nos importamos...<br />
Trocamos segredos...<br />
e respeitamos as divergências...<br />
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...<br />
Nos amparamos...nos defendemos...<br />
sem pedir...<br />
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...<br />
Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos.<br />
Nos mostramos amigos de verdade,<br />
quando dizemos o que temos a dizer...<br />
Nos aceitamos, sem querer mudanças...<br />
Estamos sempre presente,<br />
não só nos momentos de alegria,<br />
compartilhando prazeres,<br />
mas principalmente nos momentos mais difíceis...</font></u></b></i></font></h2>
<h2><span><font size="4"><i><b><u><font face="comic sans ms,sand">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</font></u></b></i></font>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></h2>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2><font size="4"><i><b><u><font face="comic sans ms,sand">Força da nossa amizade vence todas as diferenças&#8230;<br />
Aliás&#8230; para que diferenças se somos amigos?<br />
Quando erramos&#8230; nos perdoamos e esquecemos<br />
Se temos defeitos&#8230; não nos importamos&#8230;<br />
Trocamos segredos&#8230;<br />
e respeitamos as divergências&#8230;<br />
Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo&#8230;<br />
Nos amparamos&#8230;nos defendemos&#8230;<br />
sem pedir&#8230;<br />
fazemos porque nos sentimos felizes em fazer&#8230;<br />
Nos reverenciamos&#8230; adoramos&#8230; idolatramos&#8230; apreciamos&#8230; admiramos.<br />
Nos mostramos amigos de verdade,<br />
quando dizemos o que temos a dizer&#8230;<br />
Nos aceitamos, sem querer mudanças&#8230;<br />
Estamos sempre presente,<br />
não só nos momentos de alegria,<br />
compartilhando prazeres,<br />
mas principalmente nos momentos mais difíceis&#8230;</font></u></b></i></font></h2>
<h2><span><font size="4"><i><b><u><font face="comic sans ms,sand">&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</font></u></b></i></font>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</span></h2>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial Do Livro</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/17/dia-mundial-do-livro/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/17/dia-mundial-do-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 13:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p>Um livro deve-se ler como se o leitor fize- se parte da peça.</p>

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<p>Um livro deve-se ler como se o leitor fize- se parte da peça.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Historia de Almada Negreiros</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/11/historia-de-almada-negreiros/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/11/historia-de-almada-negreiros/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 23:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Era filho de António Lobo de Almada Negreiros, um tenente de cavalaria que foi administrador do Concelho de São Tomé, jornalista e fundador de diversos jornais. Uma parte da sua infância foi passada em São Tomé e Príncipe, terra natal da sua mãe, Elvira Sobral.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Depois da morte da sua mãe, em 1896, veio viver para Portugal; nesta altura, em 1900, o seu pai é nomeado encarregado do Pavilhão das Colónias na Exposição Universal de Paris, deixando os filhos José e António, ao cuidado dos jesuítas no Colégio de Campolide.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1911, após a extinção do Colégio de Campolide dos Jesuítas, José entra para a Escola Internacional de Lisboa, após uma breve passagem pelo Liceu de Coimbra. Nesta escola, consegue um espaço, onde irá desenvolver o seu trabalho, publicando ainda nesse ano, o seu primeiro desenho na revista A Sátira e publica o jornal manuscrito A Paródia, onde é o único redactor e ilustrador.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1913 apresenta na Escola Internacional de Lisboa, a sua primeira exposição individual composta de 90 desenhos; aqui trava conhecimento com Fernando Pessoa, com quem edita a Revista Orpheu juntamente com Mário de Sá Carneiro.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Júlio Dantas, médico, poeta, jornalista e dramaturgo, é a maior figura da intelectualidade da época e afirma que a revista é feita por gente sem juízo. Irónico, mordaz, provocador mesmo, Almada responde com o Manifesto Anti-Dantas, onde escreve: “…uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi. É um colo d’indigentes, d’indignos e de cegos, e só pode parir abaixo de zero! Abaixo a geração! Morra o Dantas, morra! Pim!”</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">O manifesto teve algum impacto no meio artístico; é tempo de mudar as mentalidades e a sociedade e Almada fá-lo como poucos, atacando a cultura burguesa instituída e os seus representantes ao mais alto nível.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Escreve a novela A Engomadeira, em 1917</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1919 vai viver para Paris, onde exerce diversas actividades e escreve a Historia de Portugal par coeur. Em Paris, fica apenas cerca de um ano e quando regressa, vai colaborar com António Ferro, tendo inclusivamente desenhado a capa do livro deste, Arte de Bem Morrer.</span></b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1927 volta a deixar Portugal, indo desta vez para Espanha, onde para além de colaborar com diversas revistas, Almada escreve El Uno, Tragédia de la Unidad, obra dedicada à pintora Sarah Afonso, com quem viria a casar em 1934, já após o seu regresso a Portugal.</span></b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em Portugal já vigora o Estado Novo e Almada, nacionalista convicto, começa a ser solicitado para colaborar com as grandes obras do estado. O Secretariado da Propaganda Nacional – SPN, encomenda-lhe o cartaz de apelo ao voto na nova constituição; o mesmo secretariado, irá organizar mais tarde a exposição Almada – Trinta Anos de Desenho, convidando-o para se apresentar na exposição Artistas Portugueses no Rio de Janeiro em 1942.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">O SPN viria ainda a atribuir a Almada Negreiros o Prémio Columbano pela sua tela intitulada Mulher.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">A partir daqui, Almada dedica-se principalmente ao desenho e à pintura: Pinta os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, que o público, agarrado às tradições, não aprecia; pinta o conhecido retrato de Fernando Pessoa, os painéis das gares marítimas de Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos, pelas quais recebe o Prémio Domingos Sequeira; pinta o Edifício da Águas Livres e frescos na Escola Patrício Prazeres; pinta as fachadas dos edifícios da Cidade Universitária e faz tapeçarias para o Tribunal de Contas e para o Palácio da Justiça de Aveiro, entre muitos outros.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Tendo colaborado tanto com o Estado Novo, o que a muita gente causou estranheza, Almada, não deixaria de escrever: “As construções do Estado multiplicam-se, porém, as paredes estão nuas como os seus muros, como um livro aberto sem nenhuma história para o povo ver e fixar”.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1954 Almada pinta o célebre retrato de Fernando Pessoa.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Os seus últimos trabalhos, já com 75 anos, são o Painel Começar na Fundação Calouste Gulbenkian e os frescos da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Almada Negreiros, morre em 14 de Junho de 1970, de falha cardíaca, no mesmo quarto do Hospital de São Luís dos Franceses, onde também tinha morrido Fernando Pessoa</span><a name="Obras" id="Obras"></a> </b></p>
<p><b><span class="mw-headline"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Obras</span></span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1915 - A Cena do Ódio (poesia)</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Engomadeira (novela)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- O Sonho da Rosa (bailado, realização)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1916</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Exposição Amadeo de Souza Cardoso - Liga Naval de Lisboa"</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1917</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Ultimatum às Gerações Futuristas Portuguesas do Século XX (conferência, publicada na Portugal Futurista)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- K4, O Quadrado Azul (novela)</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1918</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- O Jardim da Pierrette (bailado)</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1919</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Histoire du Portugal par Coeur</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1921</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Invenção do Corpo (conferência)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Invenção do Dia Claro</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1924</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Pierrot e Arlequim (teatro)</span></b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1925</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Nome de Guerra (romance), só editado em 1938</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1926</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Questão dos Painéis (ensaio)</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"></p>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Era filho de António Lobo de Almada Negreiros, um tenente de cavalaria que foi administrador do Concelho de São Tomé, jornalista e fundador de diversos jornais. Uma parte da sua infância foi passada em São Tomé e Príncipe, terra natal da sua mãe, Elvira Sobral.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Depois da morte da sua mãe, em 1896, veio viver para Portugal; nesta altura, em 1900, o seu pai é nomeado encarregado do Pavilhão das Colónias na Exposição Universal de Paris, deixando os filhos José e António, ao cuidado dos jesuítas no Colégio de Campolide.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1911, após a extinção do Colégio de Campolide dos Jesuítas, José entra para a Escola Internacional de Lisboa, após uma breve passagem pelo Liceu de Coimbra. Nesta escola, consegue um espaço, onde irá desenvolver o seu trabalho, publicando ainda nesse ano, o seu primeiro desenho na revista A Sátira e publica o jornal manuscrito A Paródia, onde é o único redactor e ilustrador.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1913 apresenta na Escola Internacional de Lisboa, a sua primeira exposição individual composta de 90 desenhos; aqui trava conhecimento com Fernando Pessoa, com quem edita a Revista Orpheu juntamente com Mário de Sá Carneiro.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Júlio Dantas, médico, poeta, jornalista e dramaturgo, é a maior figura da intelectualidade da época e afirma que a revista é feita por gente sem juízo. Irónico, mordaz, provocador mesmo, Almada responde com o Manifesto Anti-Dantas, onde escreve: “…uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi. É um colo d’indigentes, d’indignos e de cegos, e só pode parir abaixo de zero! Abaixo a geração! Morra o Dantas, morra! Pim!”</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">O manifesto teve algum impacto no meio artístico; é tempo de mudar as mentalidades e a sociedade e Almada fá-lo como poucos, atacando a cultura burguesa instituída e os seus representantes ao mais alto nível.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Escreve a novela A Engomadeira, em 1917</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1919 vai viver para Paris, onde exerce diversas actividades e escreve a Historia de Portugal par coeur. Em Paris, fica apenas cerca de um ano e quando regressa, vai colaborar com António Ferro, tendo inclusivamente desenhado a capa do livro deste, Arte de Bem Morrer.</span></b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1927 volta a deixar Portugal, indo desta vez para Espanha, onde para além de colaborar com diversas revistas, Almada escreve El Uno, Tragédia de la Unidad, obra dedicada à pintora Sarah Afonso, com quem viria a casar em 1934, já após o seu regresso a Portugal.</span></b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em Portugal já vigora o Estado Novo e Almada, nacionalista convicto, começa a ser solicitado para colaborar com as grandes obras do estado. O Secretariado da Propaganda Nacional – SPN, encomenda-lhe o cartaz de apelo ao voto na nova constituição; o mesmo secretariado, irá organizar mais tarde a exposição Almada – Trinta Anos de Desenho, convidando-o para se apresentar na exposição Artistas Portugueses no Rio de Janeiro em 1942.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">O SPN viria ainda a atribuir a Almada Negreiros o Prémio Columbano pela sua tela intitulada Mulher.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">A partir daqui, Almada dedica-se principalmente ao desenho e à pintura: Pinta os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, que o público, agarrado às tradições, não aprecia; pinta o conhecido retrato de Fernando Pessoa, os painéis das gares marítimas de Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos, pelas quais recebe o Prémio Domingos Sequeira; pinta o Edifício da Águas Livres e frescos na Escola Patrício Prazeres; pinta as fachadas dos edifícios da Cidade Universitária e faz tapeçarias para o Tribunal de Contas e para o Palácio da Justiça de Aveiro, entre muitos outros.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Tendo colaborado tanto com o Estado Novo, o que a muita gente causou estranheza, Almada, não deixaria de escrever: “As construções do Estado multiplicam-se, porém, as paredes estão nuas como os seus muros, como um livro aberto sem nenhuma história para o povo ver e fixar”.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Em 1954 Almada pinta o célebre retrato de Fernando Pessoa.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Os seus últimos trabalhos, já com 75 anos, são o Painel Começar na Fundação Calouste Gulbenkian e os frescos da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra.</span> </b></p>
<p><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Almada Negreiros, morre em 14 de Junho de 1970, de falha cardíaca, no mesmo quarto do Hospital de São Luís dos Franceses, onde também tinha morrido Fernando Pessoa</span><a name="Obras" id="Obras"></a> </b></p>
<p><b><span class="mw-headline"><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">Obras</span></span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1915 - A Cena do Ódio (poesia)</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Engomadeira (novela)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- O Sonho da Rosa (bailado, realização)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1916</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Exposição Amadeo de Souza Cardoso - Liga Naval de Lisboa&#8221;</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1917</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Ultimatum às Gerações Futuristas Portuguesas do Século XX (conferência, publicada na Portugal Futurista)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- K4, O Quadrado Azul (novela)</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1918</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- O Jardim da Pierrette (bailado)</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1919</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Histoire du Portugal par Coeur</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1921</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Invenção do Corpo (conferência)</span> </b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Invenção do Dia Claro</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1924</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Pierrot e Arlequim (teatro)</span></b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1925</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- Nome de Guerra (romance), só editado em 1938</span> </b></p>
<ul type="disc">
<li class="MsoNormal"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">1926</span></b></li>
</ul>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt"><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Monotype Corsiva'">- A Questão dos Painéis (ensaio)</span></b></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt">
</div>
<div></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Glossário de Teatro</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/08/glossario-de-teatro/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/04/08/glossario-de-teatro/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 17:46:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<h1><font face="comic sans ms,sand" size="4">Cenário Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa. Comédia Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador. Peça Texto que serve de base à representação. Teatro Lugar onde se representa peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento. Acção Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro. Acto Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro. Actor Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro. Cena Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra. Cenógrafo Responsável pela criação/execução dos cenários. Didascália Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre. Guarda-roupa Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças. Papel Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar. Contra-regra Aquele que marca a entrada dos actores em cena. Deixa Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala. Aparte Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens. Bastidores Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada onde se guardam os adereços e outros materiais. Contracenar Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo. Palco Parte do teatro onde os actores representam. Ponto Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das falas. Público Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro. Autor/Dramaturgo Autor de peças. Caracterizador(a) Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face. Director(a) Responsável máximo por uma companhia de teatro. Encenador (encenação) Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original. Figurinista Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteados e outros complementos). Fotógrafo (fotografia) Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo. Luminotécnico O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena. Produtor (produção) Cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística. Sonoplasta (sonoplastia) Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.</font></h1>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h1><font face="comic sans ms,sand" size="4">Cenário Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa. Comédia Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador. Peça Texto que serve de base à representação. Teatro Lugar onde se representa peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento. Acção Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro. Acto Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro. Actor Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro. Cena Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra. Cenógrafo Responsável pela criação/execução dos cenários. Didascália Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre. Guarda-roupa Conjunto de trajes que são pertença de uma companhia de teatro para desempenho dos actores em diferentes peças. Papel Parte da peça teatral que compete a cada actor desempenhar. Contra-regra Aquele que marca a entrada dos actores em cena. Deixa Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala. Aparte Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens. Bastidores Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada onde se guardam os adereços e outros materiais. Contracenar Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo. Palco Parte do teatro onde os actores representam. Ponto Pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das falas. Público Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro. Autor/Dramaturgo Autor de peças. Caracterizador(a) Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face. Director(a) Responsável máximo por uma companhia de teatro. Encenador (encenação) Aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original. Figurinista Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteados e outros complementos). Fotógrafo (fotografia) Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeo. Luminotécnico O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena. Produtor (produção) Cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística. Sonoplasta (sonoplastia) Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.</font></h1>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Os lugares do tempo</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/03/07/os-lugares-do-tempo/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/03/07/os-lugares-do-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2008 12:35:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
		<guid isPermaLink="false"></guid>
		<description><![CDATA[<h3><i><font face="verdana,geneva">Ficou-me esta imagem silente:o espectro<br />
mineral da pedra<br />
erguendo-se perpendicularmente ao correr<br />
das águas,<br />
aí onde jazem as areias depositadas pelo tempo<br />
que me viu crescer.<br />
<br />
<br />
<br />
O pelourinho lá está, centrado na terra argilosa<br />
onde inscrevi os vagabundos passos<br />
da infancia.<br />
E,sobre a cabeça, o voo ágil e esquivo<br />
duma andorinha sobrevoando o mago tempo<br />
das nostalgias</font></i></h3>

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h3><i><font face="verdana,geneva">Ficou-me esta imagem silente:o espectro<br />
mineral da pedra<br />
erguendo-se perpendicularmente ao correr<br />
das águas,<br />
aí onde jazem as areias depositadas pelo tempo<br />
que me viu crescer.</p>
<p>O pelourinho lá está, centrado na terra argilosa<br />
onde inscrevi os vagabundos passos<br />
da infancia.<br />
E,sobre a cabeça, o voo ágil e esquivo<br />
duma andorinha sobrevoando o mago tempo<br />
das nostalgias</font></i></h3>
</div>
<div></div>
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		</item>
		<item>
		<title>O bando dos quatro e o acampamento fantasma</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/02/21/o-bando-dos-quatro-e-o-acampamento-fantasma/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/02/21/o-bando-dos-quatro-e-o-acampamento-fantasma/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Feb 2008 13:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Eu acabei de ler este livro e gostei porque fala de um acampamento nas férias da páscoa.<br />
Como e costume contam-se estoriaa de terror.Certa noite oviu-se uns barulhos esquesitos logo se pensou&#160;que havia fantasmas.Ouviu-se um cão a uivar e todos estavão em panico.E uma aventura muito fixe.&#160;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Eu acabei de ler este livro e gostei porque fala de um acampamento nas férias da páscoa.<br />
Como e costume contam-se estoriaa de terror.Certa noite oviu-se uns barulhos esquesitos logo se pensou&#160;que havia fantasmas.Ouviu-se um cão a uivar e todos estavão em panico.E uma aventura muito fixe.&#160;
</div>
<div></div>
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		<item>
		<title>Acordei uns dias depois….</title>
		<link>http://igordeaniel.blog.com/2008/02/01/acordei-uns-dias-depois%e2%80%a6/</link>
		<comments>http://igordeaniel.blog.com/2008/02/01/acordei-uns-dias-depois%e2%80%a6/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 12:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[<b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Eu Igor depois de um dia de trabalho acordei numa ilha deserta onde tudo era calmo.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Ouvia se os pássaros a cantar, o som das ondas e a brisa do mar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>E ainda meio ater doado comecei a procura de alguém ou uma civilização mas a única coisa que encontrei foi animais e um pequeno rapaz. Perguntei lhe se me podia dizer onde estava mas ele não me respondeu. Como não falava eu continuei a procurar mas ele seguiu me para todo o lado.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Depois percebi que ele não sabia falar e como não podia sair dali ensinei-o a falar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Passados alguns meses começamos a fazer um barco, mas cada vez que saia para o mar tinha que voltar para aperfeiçoar, ate que um dia estava pronto.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Perguntei lhe:<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>- Queres vir para a minha terra?<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Não.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>- Porquê eu tenho casa para tu morares.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Eu estou em casa.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-ok então adeus<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Então fiz me ao mar e uma tempestade aproximou se e atirou me para terra.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Fui então de novo ter com o rapaz e ele perguntou:<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Voltaste para ficar?<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Não consegui continuar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Porque? <span>&#160;</span><br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Porque uma tempestade trouxe me de volta.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-E vai continuar a tentar?<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Vou mas desta vez por terra.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Foi então que nos começamos a procurar e passados alguns dias encontramos uma civilização onde existia um herodromo, logo tentei arranjar uma avioneta para sair dali.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Ele ficou a espera e quando voltei disse lhe que tinha conseguido.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>E então saíamos dali a voar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>O problema e que toda a historia não passou de um sonho.</em></font></span></b>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Eu Igor depois de um dia de trabalho acordei numa ilha deserta onde tudo era calmo.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Ouvia se os pássaros a cantar, o som das ondas e a brisa do mar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>E ainda meio ater doado comecei a procura de alguém ou uma civilização mas a única coisa que encontrei foi animais e um pequeno rapaz. Perguntei lhe se me podia dizer onde estava mas ele não me respondeu. Como não falava eu continuei a procurar mas ele seguiu me para todo o lado.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Depois percebi que ele não sabia falar e como não podia sair dali ensinei-o a falar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Passados alguns meses começamos a fazer um barco, mas cada vez que saia para o mar tinha que voltar para aperfeiçoar, ate que um dia estava pronto.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Perguntei lhe:<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>- Queres vir para a minha terra?<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Não.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>- Porquê eu tenho casa para tu morares.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Eu estou em casa.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-ok então adeus<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Então fiz me ao mar e uma tempestade aproximou se e atirou me para terra.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Fui então de novo ter com o rapaz e ele perguntou:<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Voltaste para ficar?<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Não consegui continuar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Porque? <span>&#160;</span><br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Porque uma tempestade trouxe me de volta.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-E vai continuar a tentar?<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>-Vou mas desta vez por terra.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Foi então que nos começamos a procurar e passados alguns dias encontramos uma civilização onde existia um herodromo, logo tentei arranjar uma avioneta para sair dali.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>Ele ficou a espera e quando voltei disse lhe que tinha conseguido.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>E então saíamos dali a voar.<br /></em></font></span></b><b><span style="font-size: 18pt; font-family: 'Lucida Sans'"><font face="arial,helvetica,sans-serif"><em>O problema e que toda a historia não passou de um sonho.</em></font></span></b>
</div>
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